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Video de Resident Evil 5

PreviewA série de maior sucesso da Capcom, cuja venda passa de 27,3 milhões de cópias, ganhará um novo capítulo. “Resident Evil 5″ será o primeiro para a nova geração de consoles.

A saga começou em 1996 e popularizou um estilo apelidado de horror de sobrevivência, com criaturas asquerosas, sangue e muitas situações de perigo. Depois, “Resident Evil 4″ marcou profundas mudanças, desistindo, em parte, do enredo de zumbis e de uma corporação sem escrúpulos, a Umbrella, e injetando mais ação.

Agora, todo o belo visual da série será recriado com poder da alta definição dos consoles de nova geração. Aparentemente, o personagem lembra o policial Chris da equipe Stars, uma força de elite que é protagonista do primeiro episódio.

O produtor Jun Takeuchi, que trabalhou como animador em “Resident Evil 4″, conta que na equipe que trabalha nesta nova versão há funcionários que atuaram no primeiro game, de 1996. A história do jogo promete elucidar alguns mistérios do “Resident Evil” original e, portanto, não será tratado como um capítulo parelaro.

O clima do game lembra bastante os três primeiros episódios, com cenários de cidades devastadas cheias de criaturas que parecem zumbis. Mas o sistema será herdado de “Resident Evil 4″, com mais ação e com um tema baseado na loucura.

Os episódios anteriores se passaram em localidades com os Estados Unidos e Espanha, mas a nova edição visita a África, mais precisamente a Somália, palco de uma grande guerra civil. Takeuchi acha o local apropriado para tema de insanidade que pretende criar. Novamente, a sobrevivência, no meio do caos da miserável nação africana, será um dos pontos centrais da mecânica de game.

O contraste será outro ponto importante. Como se passa no deserto, com sol a pino, haverá áreas grandes e iluminadas, contrastando com becos estreitos, onde apenas um filete de luz alcança. Palco perfeito para iluminar as partículas suspensas no ar reproduzindo um ambiente ainda mais completo. A equipe de Takeuchi está trabalhando para usar a alta definição dos novos consoles para reproduzir partes que eram invisíveis até o então, como a própria movimentação do ar, e efeitos ilusórios que se faça sentir a temperatura do ambiente.

Os modelos dos personagens serão mais detalhados que nunca. Cada fio de cabelo e barba do personagem será montado individualmente, em vez de serem blocos de polígonos ou texturas pré-fabricadas. Novamente, o jeito de o personagem empunhar a arma lembra as técnicas da equipe Stars, e fazendo referência ao primeiro episódio.

“Resident Evil 5″ é um jogo para PlayStation 3 e Xbox 360. O produtor prevê entre três e cinco anos a produção do game.

Fonte: jogos.uol.com.br

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  • Depois de faturar milhões com a franquia Guitar Hero, a Activision resolveu expandir a série de jogos preferidas dos adeptos do Air Guitar, lançando edições especiais, algo como singles de Guitar Hero, focando seus dotes musicais em uma banda.

    Para dar o acorde inicial desta nova fase o pessoal da Neversoft — empresa responsável pelo desenvolvimento do jogo — convidou a banda estadunidense Aerosmith, convite justificado pelos mais de trinta anos de puro rock ’n roll, ultrapassando a invejável marca de 150 milhões de vendidos e uma vasta galeria de prêmios.

    Vale lembrar que não se trata do sucessor direto de Guitar Hero III: Legends of Rock — este título fica para o novo Guitar Hero: World Tour — esta é uma edição especial que trás músicas da banda Aerosmith e de artistas que tocaram juntou ou influenciaram a banda liderada por Steven Tyler.

    No palco com Aerosmith

    Realizando o sonho de vários fãs, o jogo Guitar Hero: Aerosmith vai colocar o jogador no mesmo palco que seus músicos favoritos, encarnado na pela dos guitarristas Brad Whitford e Joe Perry, ou ainda do baixista Tom Hamilton e do baterista Joey Kramer, sem se esquecer do próprio Steven Tyler.

    A exemplo do que foi feito com Tom Morelo, Slash e Bret Michaels em Guitar Hero III: Legends of Rock, todos os membros da banda foram recriados fielmente, sendo que através de seções de captura de movimentos, todos os trejeitos e movimentos peculiares de cada músico estarão devidamente reproduzidos no jogo.
    Além disso, você também contará com um vasto elenco de convidados especiais, em sua maioria artistas que já dividiram o palco com o Aerosmith ou que inspiraram a produção musical do grupo. Sem se esquecer dos velhos conhecidos da franquia Guitar Hero, como Axel Steele, Johnny Napalm e Izzy Sparks entre outros.

    Caminhada rumo ao estrelato

    Você poderá seguir a carreira de sucesso dos “The Bad Boys from Boston” tocando em cenários que recriam os principais palcos por onde o grupo já passou. Da reprodução do Max’s Kansas City — famoso bar de Nova Iorque — até em cenários inspirados na arte das capas dos álbuns da banda, como por exemplo, a dos discos: Pump, Toys in the Attic e Nine Lives.

    Conforme você avance na estrada da fama, o jogador poderá tocar grandes sucessos do Aerosmith, bem como algumas das músicas que serviram de inspiração para Tyler e sua trupe ao longo da sua carreira. Ao todo o jogo promete apresentar cerca de quarenta faixas (confira algumas delas aqui), entre as confirmadas, vale destacar: Sweet Emotion, Walk This Way e Dream On entre outras.

    Sem novidades no fronte

    Quanto à jogabilidade pouco muda, sendo que a grande diferença em relação à Guitar Hero III é a curva de aprendizado — consideravelmente mais fácil — e o modo carreira, que acompanha a trajetória do Aerosmith, passando por palcos e estabelecimentos relevantes à história da banda.

    Vale lembrar que entre o conteúdo extra, comum nos jogos da série Guitar Hero, você encontrará uma enorme galeria de vídeos que contextualizam os fatos biográficos presentes no jogo.

    Outro destaque, desta vez um fato negativo, é a ausência do modo carreira cooperativa, sendo que o modo multiplayer está presente somente para partidas isoladas.

    O jogo deve chegar aos palcos do mundo inteiro em 29 de junho de 2008.

    Fonte: baixakijogos.com.br

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  • Parece que a hegemonia de Ace Combat encontra-se seriamente ameaçada. Depois de um longo período de quase absoluto domínio do espaço aéreo dos consoles, o ás da Bandai tem agora um concorrente à altura, já que Tom Clancy resolveu deixar sua marca também nos céus (e de uma forma aparentemente bem mais séria que a do seu um tanto despojado concorrente).

    A promessa em Tom Clancy’s HAWX parece, pelo menos a princípio, um tanto paradoxal. Por um lado, há uma quase garantia da Ubisoft de que o jogo conterá muito de arcade em sua fórmula. Já por outro, percebe-se uma grande seriedade — realismo mesmo — tanto nos objetivos quanto na mecânica de jogo, fatores que fazem lembrar apenas um único termo: simulação.

    Esquecendo-se, entretanto, de alguns dados meramente comparativos (desnecessários mesmo), passar algumas horas no cockpit de alguns dos mais avançados caças contando com tecnologias de alto nível — enquanto se viaja por um ambiente extremamente rico em detalhes — pode mesmo ser bastante interessante. Além disso, o jogo traz um total de 50 aviões licenciados e fotos e dados reais de satélite (sim, será possível encontrar vários monumentos famosos através do mapa. Não, provavelmente a sua casa não estará visível).

    Terroristas, é claro

    Em um futuro próximo, é claro, os terroristas estarão presentes. E não poderia ser de outra forma (afinal, é Tom Clancy). Aqui eles vêm na forma de uma milícia paramilitar que, graças ao enorme poder acumulado, foi capaz de organizar um ataque aos Estados Unidos. Entretanto, não é apenas o Tio Sam que está ameaçado, mas o mundo inteiro parece estar padecendo nas mãos de vários exércitos “alternativos” que se organizaram através do globo.

    Uma assistência nem sempre muito bem-vinda

    Um dos fatores que podem deixar os novos jogadores um pouco atrapalhados é a presença de uma espécie de uma assistência ao piloto. Em qualquer momento durante uma missão, pode-se acionar um sistema que pode facilitar as coisas para aqueles que, eventualmente, não sejam pilotos profissionais. Para tanto, basta que se utilize o botão de freio: duas pressionadas para ativar, mais duas para desativar.

    Essa assistência serve na realidade em várias ocasiões. Colocando algumas limitações nos movimentos, o sistema impede, por exemplo, a aeronave de estolar (entrar em uma velocidade na qual perde a sustentação). Há também o prático ERS (Enhaced Reality System — talvez a parte mais útil da assistência), que descreve uma rota de interceptação com o inimigo escolhido. Isso é bastante útil naqueles momentos em que o objetivo é exterminar uma unidade específica; esta que provavelmente vai estar entre várias outras, dificultando o seu acesso e tornando realmente difícil resolver tudo manualmente. Utilizando o ERS, uma linha é imediatamente traçada até o inimigo escolhido (que assume a cor vermelha); o sistema irá até sugerir a melhor manobra para se chegar em segurança até o alvo. Além disso, estessistema também pode ser bem útil para se evitar mísseis.

    A assistência de HAWX também controla o posicionamento da câmera, colocando-a no lugar certo no momento certo (posicionando-a, por exemplo, atrás do avião para facilitar a visualização de alvos inimigos). É claro, tudo isso é sem dúvida muito prático. Porém, o verdadeiro empecilho vem mesmo quando são necessárias algumas manobras mais extremas para evitar situações de impacto iminente (utilizando um loop, por exemplo) ou para simplesmente conseguir um melhor posicionamento em relação a um inimigo. Nessas horas, o negócio é mesmo desativar o auxílio do jogo e fazer as coisas “do jeito antigo”. Passada a situação crítica, dois cliques trazem novamente o bom sistema de mira e todas as demais funcionalidades. Mesmo causando alguma estranheza a princípio, essa nova mecânica pode funcionar de maneira bem decente depois que se pega o jeito.

    Armas!

    Embora não muito tenha sido mostrado até agora, sabe-se que, ao menos para o F-22, há a possibilidade de se escolher entre uma metralhadora (nem sempre muito útil) e um míssil sensível ao calor — bastante conveniente.

    Uma possibilidade bastante oportuna que aparece durante os combates, é a de se poder selecionar mais de um alvo ao mesmo tempo. Posto isso, e levando-se em conta que os bombardeiros voam em grupos de quatro (sem contar que cada inimigo necessita de um máximo de dois mísseis para vir abaixo), essa acaba sendo uma ótima adição.

    Além do que…

    Outras promessas interessantes feitas pela Ubisoft acerca de HAWX incluem um modo cooperativo online (para quem se cansar de dar ordens à decente IA do jogo) e ainda um manche específico para o jogo (possivelmente a ser adquirido separadamente). Entretanto, quem possuem um Xbox 360 poderá usar sem maiores problemas o manche de Ace Combat e maioria dos manches para PC devem funcionar decentemente.

    Nomenclaturas e estilos à parte, o que se pôde perceber até agora de HAWX é que, além de o jogo trazer alguns dos mais belos gráficos até então, há ainda uma certa ruptura com os padrões convencionais de jogos de combate aéreo; algumas coisas vão mesmo exigir algum tempo de treino. E, independentemente de a pretensiosa combinação da Ubisoft entre Arcade e Simulação realmente se verificar, uma coisa se pode afirmar com certa segurança: HAWX parece mesmo ser capaz de trazer novos ares aos combates aéreos.

    Fonte:baixaki jogos

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